segunda-feira, 13 de agosto de 2018

DINAMARCA - COPENHAGA - JULHO 2018

O nosso grupo  das Tertúlias Culturais, desde 2009, agora denominado VIAGENS COM HISTÓRIA, este ano, na viagem anual de amigos, viajou para Dinamarca e Norte da Alemanha. 
A nossa Viagem começou como habitual de madrugada, todos nós reclamamos (tão cedo) mas ganhamos mais um dia de viagem e depois do cansaço, dizemos Valeu a pena!
DINAMARCA UM PAIS DE SONHO E DE FÁBULAS 
 Copenhaga é a capital da Dinamarca desde o século XV. O seu nome significa porto de mercadores. Embora a sua origem remonte aos Vikings, já existia um porto de pescadores.

REGRA Nº I - AS VIAS DAS BICICLETAS  - A Dinamarca cultiva a Filosofia de se descolarem em bicicleta desde criança, por isso existem muitas ciclovias, os ciclistas apitam e avançam. Tolerância zero para o peão

REGRA Nº 2 - A ÁGUA, O NORMAL É TER GÁS. TEM QUE SE PEDIR SEM GÁS. 
Sendo um bem essencial, mesmo no supermercado é cara.
A tara é tão cara como o líquido o que obriga a devolução do vasilhame, e o povo está habituado a reciclar, nem que seja para reaver o dinheiro, os portugueses podiam aprender com isso. 
A propósito:
tenho que voltar à Dinamarca, deixei lá garrafas para devolver. 












É impossível não se impressionar com a grandiosidade do Palácio de Christianborg, sede do Parlamento. 






REGRA Nº 3 - Respeitar Passadeiras e Sinais, não são benevolentes nem simpáticos com a falta de regras, o sinal verde tinto lá não existe. 
Diz que é por respeito à individualidade, uma coisa que ouvi e comprovei é que nos hóteis o edredon mesmo na cama de casal é individual e não há lençol de cima. (noutras cidades também, mas aqui estive atenta)


NYHAVN -  É o antigo porto da cidade de Copenhaga. O canal foi construído a mando do Rei Cristiano V. Na época foi um movimentado porto comercial habitado pelos mais ricos mercadores transformando-o no centro comercial da cidade sempre repleto de "marinheiros e senhoras-generosas" um oásis para quem navegava os sete-mares.
Durante as Guerras Napoleónicas a cidade foi arrasada e seguiu-se um período de decadência, e as mesmas personagens mudaram o cenário, para zona negra da cidade, associada à prostituição e consumo, passou a ser uma zona mal frequentada, por isso o aluguer das casas baixou atraindo artistas, principalmente, por razões económicas 


Hans Christian Anderson, viveu aqui durante mais de 20 anos, curiosamente nas casas 20, 67 e 18. Durante este período escreveu grande parte das suas obras, inspirado talvez pela "dark zone". Actualmente, é um dos locais mais "in" de Copenhaga, repleto de restaurantes , cafés e bares, e ao longo do canal existem praias fluviais caracteristicas de quem está na cidade e tem o mar aos pés.  



 A diversidade de estilos destas janelas, um prédio muito interessante!

Logo a seguir encontramos a embaixada de Portugal  e ÓH, ÓH .... somos Portugueses. 


 Edifício da Ópera de Copenhaga, comigo a dizer: - que há um mar entre nós.


Ao fundo já podemos ver a cúpula do Palácio de Amalienborg.  
O Palácio de Amalienborg, residência da Rainha. 
Na sequência do incêndio do Palácio de Christiansborg a família real mudou-se para este Palácio construído em 1750, em estilo rococó, e compreende quatro palacetes. Sempre que a Família Real está no Palácio podemos assistir à cerimónia troca da Guarda Real, diariamente pelas 12 horas.  infelizmente, a Família Real não estava em casa.  

Foi aqui que nasceu a inspiração para Hans Christian Andersen escrever o conto os "Soldadinhos de Chumbo" como ainda hoje são chamados, 











Um rancho folclórico não sei de onde.  Mas que era giro era!











 Um óptimo restaurante. 



 Mais uma Panorâmica , mas ainda há muito a dizer sobre esta linda cidade. 






Obras, um mal necessário por toda a parte 








 E uma cidade boa para viver, caracteriza-se por, menos carros, muitas bicicletas, espaços verdes e  tranquilidade 
 



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